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12/04/2013 | Setor de materiais de construção espera aumento significativo das vendas em abril
As empresas esperam aumentar o desempenho na venda de materiais da construção nos meses de março e abril, de acordo com a pesquisa mensal da Associação Brasileira da Indústria de Materiais da Construção (Abramat) divulgada nesta quarta-feira (27). O termômetro mostra que enquanto apenas 48% das empresas esperam desempenho bom e muito bom para as vendas de março, o dado aumenta para 72% no mês de abril.
De acordo com a entidade, há uma mudança de expectativas de vendas de regular para bom entre março e abril. "Esperamos crescer 4,5% em 2013, mas isso só ocorrerá se forem mantidos os incentivos ao consumo - credito em particular - e se houver uma aceleração nos investimentos públicos e privados", afirma o presidente da entidade, Walter Cover.

Em relação às pretensões de investimento em médio prazo, 74% das indústrias de materiais informaram que pretendem investir no setor. Já sobre as expectativas das ações governamentais, os números também se apresentam estáveis: 31% das indústrias estão otimistas, 63% indiferentes e outros 6% pessimistas, dois pontos percentuais a menos que o mês anterior.

O nível atual de utilização da capacidade instalada se mantém estável pelo quarto mês consecutivo: 82%.

Fonte: http://www.piniweb.com.br
























































18/01/2013 | Abramat prevê crescimento de 4,5% para setor de materiais de construção no ano
Política de desoneração deve continuar contribuindo para aumento das vendas.

A previsão de crescimento da indústria de materiais da construção é de 4,5% para o ano de 2013, de acordo com a perspectiva divulgada pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais da Construção (Abramat) nesta quinta-feira (16). Em 2012, também foi previsto inicialmente o crescimento de 4,5% para o setor, sendo revisado para 3,4% e posteriormente 2%, devido ao fraco desempenho ao longo do ano.

De acordo com o presidente da entidade, Walter Cover, o principal motivo para esperança de recuperação em 2013 é o consumo das famílias para reformas e ampliações nas residências. "Acreditamos que o varejo deva continuar forte em função da manutenção das políticas públicas que favorecem o crescimento da renda, do emprego e do crédito com menores taxas de juros e maiores prazos para pagamento", disse.

Segundo Cover, outros fatores como a aproximação da conclusão de obras para a Copa do Mundo 2014, intensificação da política de desoneração e o aumento do ritmo das obras do Minha Casa, Minha Vida na faixa 1, também devem influenciar positivamente o setor.

A qualificação da mão de obra e o aumento da produtividade continuam sendo os principais desafios para o ano, assim como o desenvolvimento de sistemas construtivos que permitam maior eficiência econômica e velocidade nas obras. A inclusão da sustentabilidade enquanto tema estratégico nas empresas, governos, organizações e consumidores também foi mencionado.





















































07/08/2012 | São Paulo eleva ICMS dos materiais de construção
Média do aumento ficou em 8%. Portaria ficará em vigor até 30 de setembro de 2013.

A Secretaria da Fazenda de São Paulo aumentou a base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) relativo aos materiais de construção. De acordo com reportagem do Valor Econômico, a mudança, que já entrou em vigor, foi instituída pela Portaria da Coordenação da Administração Tributária (CAT) nº 92, publicada no Diário Oficial do Estado no dia 27 de julho.
O setor é tributado pelo regime de substituição tributária, no qual um contribuinte recolhe o imposto em nome de toda a cadeia produtiva. Assim, o ICMS é calculado com base no Índice de Valor Agregado (IVA) de cada produto.

Segundo o Valor, o IVA do cal, por exemplo, foi de 37% para 43%, em comparação com a Portaria CAT nº 78, de 2010, que estava em vigor até o dia 31. A reportagem afirma que o aumento da base de cálculo seria maior se o setor não tivesse apresentado à Fazenda um novo estudo sobre os preços praticados no mercado.

A média ficou em 8% de aumento, segundo o gerente do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic), da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A nova Portaria ficará em vigor até 30 de setembro de 2013.




























































18/07/2012 | Brasil é quarto no mundo em construções sustentáveis
Construções sustentáveis

O Brasil já ocupa a quarta posição no ranking mundial de construções sustentáveis, de acordo com o órgão internacional Green Building Council (GBC, conselho de construções verdes, em tradução livre).

O Brasil "começa a despontar como um dos países líderes desse mercado, que vem crescendo muito nos últimos anos", disse à Agência Brasil o gerente técnico do GBC Brasil, Marcos Casado.

O primeiro prédio sustentável brasileiro foi registrado em 2004. De 2007 até abril de 2012, o Brasil registra um total de 526 empreendimentos sustentáveis, sendo 52 certificados e 474 em processo de certificação no GBC.

Desde agosto do ano passado, vem sendo registrado pelo menos um projeto por dia útil no Brasil, buscando certificação. Marcos Casado estima que até o fim deste ano, o número de empreendimentos sustentáveis brasileiros em certificação alcance entre 650 e 700.

O ranking mundial é liderado pelos Estados Unidos, com um total de 40.262 construções sustentáveis, seguido pela China, com 869, e os Emirados Árabes Unidos, com 767.

Prédios verdes

Os chamados prédios verdes não têm, entretanto, nível de emissão zero de gás carbônico.

Em vários países do mundo, já existem prédios autossustentáveis, que geram a própria energia que consomem e neutralizam o carbono emitido. Essa tecnologia, entretanto, ainda não foi implantada no Brasil.

"A gente está caminhando para isso. Acredito que, em breve, em cinco ou dez anos no máximo, a gente vai estar com esses edifícios também no Brasil," afirmou.

Mas há benefícios claros para moradores dos prédios sustentáveis, como uma redução média de 30% no consumo de energia e entre 30% e 50% no consumo de água.

Com isto, o custo operacional fica, em média, entre 8% e 9% mais barato do que em um prédio convencional.

Por outro lado, isso acaba resultando em apartamentos mais caros: "A contrapartida vem no custo operacional. Acaba sendo mais barata a operação e ele equilibra esse custo financeiro".

Verde popular

O GBC Brasil está iniciando um trabalho com a Companhia de Desenvolvimento Urbano de São Paulo para incorporar o conceito de sustentabilidade também em construções populares.

Cobertura verde, aproveitamento da água pluvial, aquecimento solar e aumento do pé direito para melhoria do conforto são alguns dos itens em estudo. "Isso acaba

A construção de unidades habitacionais com aquecedor solar em todas as regiões do país, em empreendimentos que atendem a famílias com renda inferior a R$ 1,6 mil, é também um dos parâmetros adotados pelo Programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal.

Esses critérios atendem aos aspectos econômico, social e ambiental definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) para a Conferência sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que será realizada em junho próximo, no Rio de Janeiro.

O programa governamental de habitação irá procurar ainda fazer a arborização dos empreendimentos na proporção de uma árvore por casa nos empreendimentos horizontais, e uma árvore por apartamento nos empreendimentos verticais.

Materiais insustentáveis

A Caixa Econômica Federal tem outro instrumento voltado à sustentabilidade, o Selo Casa Azul, que é voluntário, com 53 ideias sustentáveis que podem ser incorporadas ao projeto.

Mas quando o assunto é material sustentável, todo cuidado é pouco, alerta o gerente de Meio Ambiente da Caixa, Jean Rodrigues Benevides.

"É preciso considerar a durabilidade, a qualidade e o desempenho do material para a aplicação ao qual se destina. Muitas amostras de materiais chamados sustentáveis que recebemos nem sempre atendem aos requisitos mínimos básicos exigidos para garantir a qualidade e durabilidade da construção," advertiu.










29/05/2012 | Custo da construção sobe 1,3% em maio, indica FGV
No acumulado do ano, o índice apresenta variação de 3,63%.

O Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado (INCC-M), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), ficou em 1,3% em maio, uma alta de 0,47 ponto percentual em comparação com abril (0,83%). No acumulado do ano, o índice apresenta variação de 3,63%. Nos últimos 12 meses, a taxa registrada é 7,16%. O INCC-M foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 de abril e 20 de maio.

O grupo mão de obra foi o que mais pressionou o resultado, com variação de 2,22%, um acréscimo de 1,14 ponto percentual ante abril (1,08%). A mão de obra técnica foi o índice com maior elevação, passando de 1,12%, em abril, para 2,54%, em maio. A mão de obra auxiliar (1,96%) e especializada (2,06%) também teve alta em comparação com abril, quando foram registradas as taxas de 1,03% e 1,09%, respectivamente.

Em São Paulo, esse grupo registrou variação de 3,97%. De acordo com a FGV, a alta está relacionada aos reajustes salariais ocorridos em função da data-base. No Rio de Janeiro, a taxa subiu de 4,26%, em abril, para 4,75%, em maio. Em Porto Alegre, houve decréscimo, de 1,13% para 0,52%.

O grupo materiais, equipamentos e serviços registrou redução, passando de 0,58%, em abril, para 0,35%, em maio. O índice materiais e equipamentos (0,35%) apresentou decréscimo de 0,3 ponto percentual ante abril (0,65%). Os quatro subgrupos componentes desse item apresentaram taxas menores: materiais para estrutura (de 0,68% para 0,4%), materiais para instalação (de 1% para 0,35%), materiais para acabamento (de 0,48% para 0,37%) e equipamentos para transporte de pessoas (de 0,4% para 0,04%).

O índice serviços (0,37%), que compõe o grupo materiais, equipamentos e serviços, registrou leve aumento de 0,05 ponto percentual em comparação com abril (0,32%). O subgrupo serviços pessoais (0,73%) registrou a maior alta ante abril (0,38%). O índice de aluguéis e taxas, por sua vez, passou de 0,01%, em abril, para 0,15%, em maio. Serviços técnicos foi o único com decréscimo nesse índice, passando de 0,69% para 0,35%.

O INCC mede a variação em sete capitais. Houve aumento em Belo Horizonte (de 0,09% para 0,23%), Recife (de 0,19% para 0,29%), no Rio de Janeiro (de 2,42% para 2,66%) e em São Paulo (de 0,3% e 2,17%). As cidades de Salvador (de 3,26% para 0,08%), Brasília (de 0,57% para 0,15%) e Porto Alegre (de 0,81% para 0,38%), por sua vez, registraram decréscimos.


































19/04/2012 | Inmetro padroniza critérios de comercialização de blocos de concreto
Produtos deverão ser embalados e possuir indicações de tamanho, número de unidades e identificação do fabricante.

O Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), por meio da portaria 15/2011, estabeleceu novas normas para a comercialização dos blocos de concreto para alvenaria. Os blocos deverão ser embalados e possuir indicações como largura, altura, comprimento, número de unidades e número de identificação do fabricante.

O órgão responsável pela fiscalização será o Instituto de Pesos e Medidas do Espírito Santo (Ipem-ES) e as empresas que não cumprirem os padrões de qualidade receberão multas entre R$ 150 a R$ 1,5 milhão. Ainda não há uma data para o início da fiscalização.

Com a nova regulamentação, o consumidor terá melhores informações sobre o produto que adquirir. Caso queira fazer reclamações ou denunciar blocos fora do padrão exigido, o comprador deve entrar em contato com o Ipem pelo telefone 0800-039-1112.


















































19/03/2012 | Brasileiros terão crédito de R$ 160 bilhões para casa própria em 2012
Nem a crise econômica mundial, que cada vez mais se aproxima do Brasil, nem a forte valorização dos imóveis nos últimos três anos vão segurar o mercado imobiliário em 2012. Os brasileiros que pretendem adquirir sua casa própria ou mesmo trocar de imóvel para um maior e mais confortável não terão problemas por falta de crédito. As projeções são de que, somadas todas as linhas disponíveis no mercado, serão disponibilizados cerca de R$ 160 bilhões para aquisição de imóveis prontos, construção e reforma — um recorde. O valor é 23% maior que o aplicado em 2011, de quase R$ 130 bilhões.

Essa dinheirama deverá financiar cerca de 1,6 milhão de unidades no ano que vem em todo o País, conforme estimativas da Câmara Brasileira da Construção Civil (Cbic) e da Caixa Econômica Federal, que é responsável por 75% desse mercado. A maioria, R$ 100 bilhões, beneficiará a classe média — consumidores ou famílias com renda a partir de R$ 5 mil — e os recursos virão dos depósitos da caderneta de poupança.

Outros R$ 60 bilhões são do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e de outras fontes, como o Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e Fundo de Desenvolvimento Social (FDS), com recursos orçamentários da União. Os clientes dessas linhas de crédito, administradas pela Caixa, são os trabalhadores com renda familiar de até R$ 5,4 mil. Desse total, 72% vão para a nova classe C — famílias com renda até R$ 4,6 mil, conforme classificação da Fundação Getulio Vargas, utilizada pelo governo federal.

Só a Caixa estima emprestar, em 2012, quase R$ 100 bilhões, incluindo R$ 38 bilhões da poupança destinados à classe média, para financiar 1 milhão de moradias, 15% mais que neste ano. “É um crescimento bastante robusto, considerando a carteira da instituição, de 75% do mercado”, afirma o vice-presidente de Governo da Caixa, José Urbano Duarte.

Com um cenário desses de crédito farto, o consumidor que apostar em queda dos preços pode se decepcionar e não conseguir comprar depois o imóvel pretendido no orçamento programado.
Neste ano, houve redução de preços em algumas cidades brasileiras, depois de um período de três anos de valorização expressiva, de mais de 100% em muitos casos. Mas a alta continuou, ainda que em ritmo menor, em localidades como Distrito Federal e Rio de Janeiro, apontam pesquisas da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), da Universidade de São Paulo.

Jovens

Os brasileiros também têm procurado comprar seu primeiro imóvel cada vez mais cedo, até os 35 anos, conforme os dados da Caixa, líder no segmento. Em 2000, essa parcela mais jovem da população representava 51% do total que tomou empréstimo para a casa própria. Em 2011, a faixa dos consumidores até 35 anos passou a abocanhar 57,3% do volume financiado. Em 2010, ano de maior crescimento do setor, eles ficaram com 59,2% de todo o crédito imobiliário.

Aos 24 anos, a arquiteta Andressa Batista Arantes já garantiu o seu primeiro apartamento. Ela comprou o imóvel ainda na planta, em Águas Claras, e pretende pagá-lo em 12 anos e meio. “Assinei o contrato de promessa de compra e venda há duas semanas e estou muito feliz. Agora, tenho um lugar que é meu”, comemora. E não vai ser o único: “Pretendo comprar outros. Espero que esse seja apenas o primeiro”.

O presidente da Cbic, Paulo Simão, afirma que o crédito disponível — recursos da poupança e do FGTS — não é afetado diretamente pela crise e que a alta demanda reprimida manterá as vendas aquecidas. Para ele, por mais dificuldades que possam assolar a economia, há clientela para comprar. “O que tem de ser feito é adequar o produto ao bolso do consumidor. Estou falando de preços, condições de financiamento e perfil das unidades ofertadas”, afirma. O vice-presidente de Governo da Caixa concorda: “Não há, nesse setor, as incertezas da economia mundial, até porque imóveis continuam sendo um dos melhores investimentos”.

O presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Luiz França, reforça o fato de existir espaço grande para ampliar o crédito imobiliário, pois o volume concedido atualmente é um dos mais baixos do mundo. O Brasil aplica apenas 5,1% do Produto Interno Bruto no setor. França estima que os financiamentos possam atingir 11% do PIB em 2014.

Otimismo

Depois de um ano em que o mercado de venda de imóveis na planta desacelerou no Distrito Federal, devido à demora do Governo do Distrito Federal em liberar os projetos, o vice-presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário do DF (Ademi-DF), Rodrigo Nogueira, está animado com 2012. Para ele, a queda da taxa básica de juros (Selic) beneficia diretamente o setor. “Se a Selic cair em maior velocidade, como sinaliza a presidente Dilma Rousseff, poderá gerar um novo boom imobiliário”, diz.

Nogueira, que também é sócio da construtora JC Gontijo, afirma que a preocupação é com a velocidade de aprovação dos projetos pelo GDF. “Isso pode implicar diretamente nos lançamentos dos próximos anos, especificamente de 2012”, alerta. A JC Contijo tem 12 empreendimentos em vias de lançamento.

O diretor nacional de Negócio da João Fortes Engenharia, Luiz Henrique Rimes, destaca que a burocracia do GDF para aprovação dos projetos pode encarecer os imóveis. A João Fortes tem seis projetos em andamento, quase todos residenciais, voltados para as classes A e B, à espera das liberações. “O preço alto dos imóveis não é só pela demanda maior que a oferta, mas pelos custos que as empresas têm. Há o encargo financeiro pela compra de um terreno para um empreendimento que não consegui lançar no prazo previsto. Vai para o preço de venda”, esclarece Rimes.

A diretora de empreendimentos da construtora Villela e Carvalho, Ludmila Pires Fernandes, também está otimista para o ano que vem. “Temos vários produtos engatilhados. Alguns já gostaríamos de ter lançado, mas não foi possível pelos entraves burocráticos”.

Fonte: http://www.obra24horas.com.br

27/02/2012 | Indústria da construção civil recupera o fôlego em janeiro
O resultado é 1,2 ponto acima do registrado em dezembro do ano passado e 1,4 ponto abaixo do índice de janeiro de 2011.

Brasília – A atividade da construção civil voltou à média dos 50 pontos em janeiro, segundo Sondagem da Indústria da Construção divulgada hoje (24) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O resultado é 1,2 ponto acima do registrado em dezembro do ano passado e 1,4 ponto abaixo do índice de janeiro de 2011. O índice vai de zero a 100 pontos, e valores acima de 50 indicam aumento da atividade.

Em janeiro, o índice que mede a evolução da atividade da construção civil ficou estável na comparação com dezembro, ficando na faixa dos 47 pontos. O mesmo valor foi registrado em janeiro de 2011.

A evolução do número de empregados aumentou em janeiro na comparação com o dezembro. Passou de 47 para 49 pontos em janeiro. Os empresários estão otimistas quanto à evolução da atividade da construção civil em fevereiro. O índice de expectativa para fevereiro é 62,2 pontos, sendo que em janeiro a expectativa era 58,6 pontos.

Os empresários também estão otimistas quanto a novos empreendimentos. O índice de expectativa nesse quesito é 62,2 pontos, 4,1 pontos acima do registrado em janeiro. As expectativas quanto ao número de empregados e de compra de insumos também são positivas.

A Sondagem da Indústria da Construção foi realizada entre 1º e 14 de fevereiro com 436 empresas.

Fonte: www.exame.abril.com.br



































01/02/2012 | Construção civil atrai investimento externo
Apesar da crise econômica que vem assustando o mundo desde o final de 2008, o Brasil é um dos países que menos têm sofrido impacto financeiro. As boas expectativas para 2012 têm atraído investimentos estrangeiros em muitos setores e a bola da vez é a construção civil.

Júlio Monte Carlo, economista graduado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e filiado ao Conselho Regional de Economia de São Paulo (CORECON-SP), conta que, com a proximidade de grandes eventos esportivos que acontecerão no País – como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas em 2016 – combinados com o boom imobiliário brasileiro e a crise na Europa e nos Estados Unidos, tem se tornado cada vez mais evidente o interesse de bancos, empresas e fundos de pensões estrangeiros em investir em ações ligadas à construção civil no Brasil.

“Os potenciais investidores apostam sempre em mercados mais seguros, como o europeu e o americano. Mas, incrivelmente, a crise está fazendo muito bem ao nosso mercado e os investimentos estão tomando seu rumo em direção aos países emergentes, mas que possam oferecer alguma segurança. E o Brasil encaixa-se em todas essas características”, afirma o economista.

O atrativo na construção civil

Otávio Freitas, especialista em economia internacional pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), diz que os investidores estrangeiros encontram no Brasil uma oportunidade de aplicar seus investimentos e obter lucros mesmo em momentos financeiramente conturbados. Para ele, porém, os grandes atrativos que diferenciam o país de outros emergentes são sua situação social atual e também algumas medidas adotadas recentemente pelo governo.

Segundo ele, o país apresenta, hoje, um bom sistema político e econômico – em que é visível o aumento gradativo da classe média, juntamente com as facilidades provenientes do acesso ao crédito. O Brasil também possui um baixo endividamento e uma renda relativamente alta. “Os salários têm aumentado, mas, ao mesmo tempo, existe ainda uma defasagem quando se trata de habitação no Brasil. Além disso, as obras para os eventos esportivos e medidas governamentais, como a redução de 6% para 0% da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre aplicações de estrangeiros em títulos privados de longo prazo com prazos de vencimento superiores a quatro anos, são um prato cheio para o investidor”, afirma.

A expectativa, segundo informações da Câmara Brasileira da Indústria de Construção (CBIC), é que os investimentos estrangeiros na construção civil brasileira ultrapassem US$14 bilhões em 2012.

O investimento, de acordo com Carlo, é em médio prazo e envolve não apenas imóveis residenciais, mas também shopping centers e centros comerciais, cujo número tem aumentado muito no país. Apesar de ainda oferecer riscos, o investimento imobiliário apresenta altas taxas de crescimento e um retorno acima de mercados europeus e americanos.

Crescimento do setor

De acordo com dados da (CBIC), em 2011 a construção civil no Brasil registrou um crescimento de 4,8% em relação a 2010. As expectativas do setor para 2012 são ainda mais otimistas: acredita-se que o balanço será ainda maior, alcançando um crescimento de 5,2%.

Freitas conta que o Brasil é o segundo lugar no mundo mais procurado para investimentos em construção, perdendo apenas para os EUA. O economista aponta que a indústria tem se mantido em um ritmo mais forte do que o Produto Interno Bruto (PIB) e a tendência é que continue assim.

“O setor habitacional continuará se desenvolvendo em razão do aumento da renda e das facilidades de crédito.

Mesmo internamente, os investimentos nacionais em construção civil certamente aumentarão. Além disso, felizmente o Brasil, mais uma vez está tirando vantagem da crise financeira internacional e consolidando-se como um país propício a bons investimentos. Eu diria que 2012 é o ano da construção civil e também o ano do Brasil. Só precisamos tirar proveito para, de fato, avançarmos. A oportunidade está aí”, aponta.

Fonte: http://operacoescambiais.terra.com.br

23/11/2011 | Ministério registra aumento de 758 vagas de empregos com carteira assinada na Capital
Dados do Cadastro Geral de Empregados do Ministério do Trabalho e Emprego (Caged/MTE) mostram que 758 novas vagas formais foram preenchidas em Campo Grande em outubro. Com isto, a capital sul-mato-grossense apresenta desempenho 0,42% maior que o levantamento anterior. O índice foi divulgado na sexta-feira (18).

Conforme a pesquisa, sob responsabilidade do economista Áureo Torres – do Observatório do Mercado de Trabalho de Campo Grande –, o setor de construção civil foi o que mais contribuiu para a elevação do índice, com 412 novos empregos.

Em seguida, vêm os setores de comércio (361) e o de prestação de serviço (159).

Serviço ainda é principal atrativo

Por enquanto, são 13.486 novos empregos desde janeiro. A Cidade Morena ainda continua tendo sua economia marcada no setor de prestação de serviços, segundo o estudo, já que, a maioria das vagas confirmadas este ano (6.585) foi gerada pelo setor – número que significa 49% do total.

A construção civil gerou 3.851 e vem em segundo lugar, seguida pelo comércio, com 2.298, e indústria de transformação, que obteve 298 novos empregos com carteira assinada.

Todavia, os números do Caged não trazem boas notícias para o Estado como um todo. Segundo o Cadastro Geral de Empregos, houve déficit de 0,44%, com perda de 1.986 postos de trabalho.

Em outubro, o emprego formal no Brasil cresceu 0,33%, com saldo de 126 mil empregos.

Fonte: http://www.capitalnews.com.br


























31/10/2011 | Preços na construção civil sobem com mais força em outubro
O Índice Nacional de Custo da Construção - Mercado (INCC-M), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), atingiu 0,20%, em outubro, o que representa um acréscimo de 0,06 ponto percentual sobre a taxa apurada em setembro (0,14%). De janeiro a outubro, o índice teve alta de 6,68% e, nos últimos 12 meses, de 7,70%.

Essa variação indica a média de preços coletados no período de 21 de setembro e 20 de outubro. O custo da mão de obra aumentou bem mais do que em setembro, passando de uma estabilidade de 0,01% para uma alta de 0,16%. Os materiais, equipamentos e serviços apresentaram inflação de 0,25% ante 0,27%.

Quatro capitais pesquisadas tiveram índices de correções maiores do que no último levantamento no pagamento de profissionais: Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Na capital mineira, a variação atingiu 1,35%. A data-base para a revisão salarial dos trabalhadores do setor ocorre em novembro em Belo Horizonte. Nas demais capitais analisadas - São Paulo, Salvador e Recife - foram constatadas taxas inferiores às registradas em setembro.

Fonte: http://economia.terra.com.br








































13/10/2011 | Construção civil quer crescer mais que o PIB em 2011
A construção civil espera crescer 6% este ano, "mais que a indústria como um todo e acima do índice esperado para o Produto Interno Bruto [PIB]", segundo informou o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (Cbic), Paulo Safady. A expansão, segundo o empresário, é significativa porque parte de uma base negativa em 2009 e de um crescimento de 11% em 2010. Safady falou após sair de encontro com a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior.

As obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e os megaeventos esportivos como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 "serão o motor do desenvolvimento" do setor nos próximos anos, assegurou Safady.


Na audiência com a ministra, vários projetos foram discutidos, como o Sanear é Viver, que a entidade apresentou ao governo e que prevê investimentos de R$ 3 bilhões nas companhias de saneamento estaduais e municipais.

Entre as sugestões da Cbic está a criação de um fundo federal para ajudar as companhias de saneamento a planejar a ampliação da infraestrutura, com compensações por recursos recebíveis e isenções tributárias. O projeto deverá se desenvolver até 2022, segundo Paulo Safady.


Ele também discutiu com a ministra do Planejamento a implementação de programas de capacitação profissional de beneficiários do Bolsa Família, por meio do projeto Próximo Passo, que já conta com a participação do Sistema S (entidades ligadas às confederações patronais que cuidam da assistência social e da educação profissionalizante de trabalhadores da indústria, do comércio e dos transportes, como Sesi, Sesc, Senai, Senac e Senat).

Paulo Safady disse que a profissionalização "é um dos gargalos vividos hoje no país, na questão da oferta da mão de obra qualificada".

A Cbic também levou à ministra Miriam Belchior planos para a execução do projeto Esplanada Sustentável, que envolve a recuperação de prédios da Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

Fonte: http://www.obra24horas.com.br




















31/08/2011 | Desafio da qualificação profissional em debate no Concrete Show 2011
A qualificação profissional, um dos maiores desafios da construção civil, está em debate a partir de hoje na 5.ª edição do Concrete Show South America, um dos maiores eventos do mundo sobre soluções em concreto, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Até sexta-feira milhares de visitantes poderão conferir 16 seminários, com um total de 150 palestras sobre esse e outros macrotemas, como Brasil dos Esportes; Habitação; Infraes­­trutura; Normalização, Qualidade e Competitividade; Construção Sustentável e Industrialização da Construção.

Setores de capacitação, como Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e Sindicato da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon-SP), estão preocupados em auxiliar o governo federal a combater o “apagão” de mão de obra no setor, com a organização de ações, como treinamento de capacitação, afirma o engenheiro Hugo Rodrigues, responsável pela coordenação da feira na Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), uma das entidades que oferecem o evento. “Queremos que as construtoras tragam exemplos do que têm feito para suprir essa necessidade em seus canteiros”, diz.

Outra aposta do setor, segundo Rodrigues, é a mão de obra feminina (12% do total), muito elogiada pelo cuidado na realização das tarefas. “O crescimento do setor trouxe valorização e remuneração mais atrativa. Buscamos mostrar o papel valoroso de trabalhar com a construção civil, de modo que sintam orgulho”, diz.

Evolução do setor

Os 550 expositores nacionais e internacionais (são mais de 20 países participantes) apresentam novos equipamentos, produtos e sistemas construtivos em uma área total de 53 mil metros quadrados, 46% maior que o espaço do ano passado. São aguardados 25 mil visitantes, 25% mais que na última edição. Tantos expositores e visitantes devem gerar pelo menos R$ 750 milhões negócios a partir da feira – 15% superior ao estimado em 2010.

Os números mostram a evolução da feira a cada edição. Em cinco anos, o espaço de exposição aumentou 342%, O resultado é termômetro do próprio crescimento do setor no país, aponta a diretora geral da UBM Sienna, promotora e organiza­­dora do evento, Claudia Go­­doy. “O Brasil vinha com grande déficit na área de infraestrutura, mas incentivos do governo deram um gás ao progresso e à economia. Além do incentivo do ‘Brasil dos esportes’ com os eventos que vêm aí. Ainda temos muitas oportunidades pela frente.”

Ao avaliar o futuro da feira, Claudia vê como positiva para o setor a desaceleração de vendas, que começa a apontar após grande euforia do mercado nos últimos anos, e não acredita em quedas drásticas para o segmento. “Assim as empresas se organizam e crescem de uma forma menos biônica e mais gradativa. Significa conseguir um equilíbrio entre oferta e demanda. Do jeito que estava, iria começar a faltar tudo (materiais, profissionais, etc).”

Serviço:

Informações sobre o que acontece no Concrete Show 2011 no site www.concreteshow.com.br

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/

15/08/2011 | Governo vai investir em centro de pesquisa para construção civil
Ministro Aloizio Mercadante assinou carta para implantar centro tecnológico voltado para o setor de construção, que enfrenta escassez de mão-de-obra especializada.

São Paulo - O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, assinou nesta quinta-feira uma carta de intenções para a implantação de um centro tecnológico destinado à pesquisa em construção civil, em parceria com entidades do setor.

O Parque de Inovação e Sustentabilidade do Ambiente Construído (Pisac) faz parte das estratégias do governo e do setor privado para aumentar a produtividade da construção civil e solucionar gargalos do setor que enfrenta escassez de mão-de-obra.

"A ideia básica é que esse esforço de pesquisa que as cadeias produtivas precisam desenvolver dificilmente vai avançar se cada empresa tentar resolver problemas individualmente", disse Mercadante durante evento do setor de construção, em São Paulo.

O lançamento do Pisac ocorre em um momento em que o governo federal promove grandes investimentos em construção civil. A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, reafirmou durante o evento o objetivo do governo de investir 125,7 bilhões de reais na segunda etapa do programa Minha Casa, Minha Vida, para a construção de até 2,6 milhões de moradias até 2014.

O Pisac será implantado no campus da Universidade de Brasília (UnB) na cidade de Gama. A primeira etapa contará com recursos da ordem de 25 milhões de reais, negociados com o ministério de Mercadante, governo do Distrito Federal e empresas do setor, segundo informações da UnB.

A implantação do centro será realizada em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria de Construção, Sindicato das Indústrias da Construção Civil (SindusCon), Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário, governo do Distrito Federal e com a empresa britânica Building Research Establishment.

O presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, já havia afirmado à Reuters em julho que a entidade apresentaria a proposta do centro tecnológico ao governo federal.

Mercadante também ressaltou no evento a importância de aumentar a excelência do setor para que o país enfrente o cenário externo adverso.

O ministro afirmou que, com as crises das dívidas norte-americana e europeia e as dificuldades trazidas pelo terremoto no Japão, a indústria externa começará a disputar os mercados mundiais, incluindo o brasileiro, que precisa estar preparado para enfrentar a concorrência.

"A cadeia da construção civil ficou muitos anos sufocada. Não tinha crédito, não havia financiamento de longo prazo, havia uma carga tributária indevida. Vivemos hoje um momento de investimento, temos crédito, temos que aproveitar para dar um salto de qualidade", disse Mercadante durante o evento.

Fonte: www.exame.com.br

18/07/2011 | Empresários de Pernambuco estão otimistas com o crescimento da construção
Expectativa para o Estado nordestino nos próximos seis meses é de recuperação, segundo Fiepe.

A Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), divulgou as expectativas de empresários brasileiros em relação à industria da construção civil para os próximos seis meses. Quanto ao número de empregados, o Estado de Pernambuco apresentou um resultado de 56,2 pontos em relação aos números do Nordeste (52,3) e do País (52,6), atingindo o maior patamar desde fevereiro de 2011. A escala de 0 a 100 pontos utilizada pela pesquisa mostra que percentuais acima de 50 indicam projeções positivas no que diz respeito ao aumento, melhoria e positividade das construtoras.

Ainda na concepção dos empresários, a expectativa para os próximos seis meses é de crescimento. Em Pernambuco, o indicador de nível de atividade seguiu registrando 62,5 pontos, com recuperação de 2,8 pontos comparado ao mês anterior.

No quesito "compra de insumos e novos empreendimentos e serviços", o indicador também mostrou trajetória de recuperação: 58,8 pontos e 61,3 pontos, respectivamente.

Já as expectativas relativas ao número de empregados também seguiu a tendência dos demais indicadores de outras regiões, apontando recuperação de 3,8 pontos no embate com o mês anterior, situando-se em 58,8 pontos.

A pesquisa Sondagem da Indústria da Construção analisa os resultados mensais das empresas de construção civil no que diz respeito aos aspectos evolutivos do nível de atividade, lucro e acesso ao crédito, apresentados por meio de questionários respondidos pelo empresariado do setor.

Fonte: http://www.piniweb.com.br/
















28/06/2011 | Crise não conseguiu frear construção civil
Nem a crise mundial conseguiu desaquecer a indústria da construção no Brasil, segundo a Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic) de 2009. O levantamento, conduzido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgado ontem, mostra que as empresas do setor realizaram incorporações, obras e serviços no valor de R$ 199,5 bilhões, expansão de 12,1%, em termos reais, na comparação com 2008. “O setor da construção vem crescendo bastante nos últimos anos e continuou crescendo em 2009, mesmo sendo o ano da crise econômica. Houve algum impacto no primeiro trimestre, mas o setor logo mostrou recuperação”, disse Fernando Abritta, responsável pela Paic.

As contratações de obras feitas por entidades públicas somaram R$ 85,490 bilhões em 2009, contra R$ 68,607 bilhões em 2008. O montante corresponde a 44,1% das construções, mais que os 43,2% registrados em 2008. A receita operacional líquida avançou 12% em 2009, para R$ 189 bi­­lhões, contra R$ 154,6 bilhões de 2008.

“Minha Casa” e crédito deram maior impulso

O crédito imobiliário e os programas de moradias populares impulsionaram as obras residenciais em 2009, segundo a Pesquisa Anual da Indústria da Construção. Houve um aumento na participação da construção de edifícios na receita bruta do setor, para 39,5%, embora as obras de infraestrutura, impulsionadas sobretudo pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), tenham correspondido a quase metade do montante total (47%). O lançamento do programa Minha Casa, Minha Vida e o aumento da concessão de crédito foram os principais responsáveis pelo aumento das obras residenciais.

“O crédito imobiliário já vinha crescendo desde o início dos anos 2000. Embora tenha desacelerado um pouco, em 2009 continuou crescendo”, explicou Fernando Abritta, responsável pela pesquisa, acrescentando que o crédito em geral cresceu 15,2% na passagem de 2008 para 2009. Entre as modalidades de crédito imobiliário, a concessão de financiamentos com recursos da poupança subiu de R$ 30 bilhões para R$ 34 bilhões, enquanto os financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) passaram de R$ 10,4 bilhões para R$ 16 bilhões. “Junto com os programas de financiamento para moradias populares, isso impulsionou o resultado das edificações residenciais”, disse o técnico do IBGE.

O número de empresas no setor de construção também aumentou, passando de 57 mil em 2008 para quase 64 mil em 2009. Houve crescimento do pessoal ocupado de 1,806 milhão para 2,048 milhões, e, segundo a pesquisa, a mão de obra ficou mais cara. Os custos das empresas com salários aumentaram, passando de R$ 38,725 bilhões em 2008 para R$ 48,288 bilhões em 2009. O salário médio mensal avançou 9,2%, saindo de R$ 1.095 em 2008 para R$ 1.196 em 2009. Entretanto, o salário médio caiu de 2,7 para 2,6 salários mínimos mensais. Segundo o IBGE, não houve perda de poder aquisitivo: a diferença foi consequência do reajuste de 12,6% do valor do salário mínimo, que obteve ga­­nho real de 7,9% entre 2008 e 2009.

O gasto com o pessoal ocupado correspondeu a 30,3% do total dos custos e despesas das empresas de construção, resultado superior à participação em 2008, quando foi de 29,2%. Já o porcentual gasto com materiais de construção diminuiu de 26,4% para 24,9%. “A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que baixou para zero a alíquota de 30 produtos, contribuiu para esse porcentual menor da participação dos materiais de construção no total das despesas das empresas”, disse Abritta.

Gastos com terrenos mais que dobraram

As empresas do setor de construção investiram menos em máquinas e equipamentos em 2009 na comparação com 2008. Em compensação, empregaram mais dinheiro em terrenos e edificações no mesmo período analisado, segundo a Pesquisa Anual da Indústria da Construção referente a 2009.

Apesar da crise econômica mundial, o total de investimentos da indústria da construção passou de R$ 5,024 bilhões em 2008 para R$ 5,788 bilhões em 2009. Do montante investido em 2009, 31,2% (R$ 1,804 bilhão) foram para terrenos e edificações – no ano anterior, foram 14,4% gastos em terrenos. “Nos últimos anos, houve um investimento forte em máquinas e equipamentos. A queda em 2009 pode ter sido devido a um receio de como ficaria a economia brasileira nos próximos anos”, disse Fernando Abritta, responsável pela pesquisa. “Como as empresas já tinham investido em máquinas e equipamentos nos últimos anos, elas estavam equipadas e continuaram construindo com as máquinas que já tinham”, explica.

Segundo Abritta, os terrenos e edificações que constam como investimentos foram aqueles colocados no capital social das empresas. “Podem ser terrenos que a empresa comprou para fazer uma sede ou para, no futuro, vir a construir e vender”, explicou o técnico do IBGE.

04/05/2011 | Atividade da construção civil fica estável em março, aponta CNI
São Paulo – A atividade da indústria da construção civil manteve-se praticamente estável em março na comparação com fevereiro deste ano, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A pesquisa de sondagem feita pela entidade apontou que a atividade do setor registrou 49,9 pontos no último mês do primeiro trimestre.

Na pesquisa, os indicadores são medidos em escalas que vão de zero a cem. Quanto mais próximo de zero, pior o resultado do indicador. Quanto mais próximo de cem, melhor. Quando ele registra 50 pontos, é verificada a estabilidade ante o mês anterior.

Foi isso o que ocorreu com a atividade da indústria da construção em março. Segundo os 388 empresários consultado pela CNI para a pesquisa, ela foi praticamente igual à de fevereiro.

Dentre os ramos de atividade, o setor de construção de edifícios foi o que teve a maior atividade (49,6 pontos). Já as empresas de obras de infraestrutura, a menor (49,3 pontos).

Pelo porte das empresas, as grandes foram as que mais cresceram. O indicador de atividade delas ficou em 51,4 pontos. Já a atividade das pequenas foi a menor e ficou em 48,9 pontos.

O número de empregados das empresas de construção também não variou muito, de acordo com a CNI. O item que trata da quantidade de mão de obra empregada no setor ficou em 50,4 pontos em março.

Neste quesito, as grandes empresas foram novamente as que tiveram melhor desempenho (52,4 pontos). Já as médias tiveram o pior (48,6 pontos).

Fonte: http://www.jb.com.br/economia/noticias/












05/04/2011 | Governo de São Paulo disponibiliza mais de duas mil vagas para a construção civil
O Governo do Estado de São Paulo, através do programa online de intermediação de mão de obra Emprega São Paulo, disponibilizou mais de duas mil vagas de trabalho para o setor da construção civil.

Segundo a Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho (SERT), que administra o programa, há mais vagas para pedreiro, servente de obras, engenheiro civil, carpinteiro e engenheiro civil.

Para se candidatar, os interessados devem acessar o site da SERT, fazer login e senha e informar os dados solicitados. Há também a possibilidade de comparecer a um Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) com RG, CPF e carteira de trabalho. É importante que o usuário mantenha seus dados do cadastrado atualizados para não perder oportunidades de trabalho. A inscrição é gratuita.

Fonte: www.piniweb.com.br





























10/03/2011 | Número de mulheres atuando na construção civil aumenta quase 50% em dois anos
Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, entre 2007 e 2009 o número de mulheres contratadas nas empresas da construção civil brasileira cresceu 44,5%. Em 2007 o número de pessoas contratadas nas empresas do setor era de 1.674.483 profissionais. Deste universo, 119.538 mil eram mulheres (equivalente a 7,14% do total). Em 2009, o setor da construção experimentou um crescimento de contratações de 32,65%, saltando para 2.221.254 trabalhadores, onde 172.734 eram mulheres (o que equivale a 7,78% do total de profissionais contratados).


Outro índice que comprova o aumento de mulheres nesses setor é o número de participantes Programa Próximo Passo, do Governo Federal, que capacita beneficiários do Programa Bolsa Família para o mercado de trabalho. Desde 2009, quando o programa foi criado, 33 mil e 200 pessoas passaram por cursos de formação para atuarem em empresas da construção. Deste universo, 78,7% são mulheres.

Fonte: www.obra24horas.com.b



















16/02/2011 | Termômetro da construção, venda de cimento recua em janeiro
A venda de cimento no país, que vinha crescendo em ritmo acelerado na década, em especial em 2010, registrou queda em janeiro, informa a coluna Mônica Bergamo na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

Um dos termômetros mais precisos da economia, já que o material é usado tanto em grandes obras como naquela "formiguinha", em que o consumidor amplia seu próprio imóvel, a comercialização sofreu retração de 2,3%.

A queda maior foi verificada na região Norte: 12,1%. No Nordeste a queda foi de 2,4%; no Centro-Oeste, de 4% e no Sudeste, de 1,3%. Só a região Sul manteve a alta: crescimento de 0,2% nas vendas em relação a dezembro de 2010.

Ainda assim, o volume de cimento comercializado foi 33,6% maior que o de janeiro do ano passado.

Leia a coluna na Folha desta terça-feira.

Fonte: www.folha.com.br














07/02/2011 | Crise mundial levou setor a fechar quase 5% da capacidade instalada e poderá faltar pigmento se a demanda crescer
O mercado mundial de dióxido de titânio busca um novo ponto de equilíbrio. Depois da derrocada nas vendas do principal pigmento branco e agente opacificante das tintas, plásticos e papéis, iniciada no quarto trimestre de 2008 e prolongada durante 2009, agora despontam os primeiros sinais de reação de demanda nos principais mercados consumidores, a América do Norte e a Europa. Falta saber se essa recuperação suportará os solavancos atuais da economia global, como a crise grega. E também acompanhar os impactos da recente redução da Tarifa Externa Comum (TEC) no mercado brasileiro.

Até 2008, o balanço de oferta e demanda se equilibrava. A demanda anual era praticamente igual à capacidade de produção anual instalada. Como o consumo é muito maior durante a primavera e o verão do Hemisfério Norte, com pico entre abril e agosto, as indústrias precisavam operar cheias mesmo nos demais meses, com o objetivo de montar estoques suficientes para satisfazer o apetite dos clientes. A crise de 2008, deflagrada no outono setentrional, desarrumou o tabuleiro. As fábricas demoraram um pouco para sentir que o mercado perdera a vitalidade, mas acabaram sendo colocadas em ociosidade ou definitivamente fechadas.

“Como a cadeia toda vinha carregando estoques elevados, temendo uma escassez, e já estavam a caminho grandes volumes de dióxido de titânio importado para o Brasil, tivemos dois trimestres de desova de produtos, com uma queda dramática de pedidos”, comentou Ciro Marino, diretor de negócios para a América Latina da Cristal-Millennium Inorganic Chemicals. Ele se refere ao quarto trimestre de 2008 e ao primeiro trimestre do ano passado. Depois desse período, segundo avaliou, os clientes preferiram concentrar suas compras no único produtor local, a Cristal-MIC, a importar, por falta de segurança quanto ao comportamento do mercado.

“Durante o primeiro semestre de 2009, nós só vendemos os estoques mundiais que tínhamos acumulado”, concordou Fernando Antunes, gerente de vendas da área de pigmentos de dióxido de titânio para a América do Sul da Huntsman. “Em 2008, a companhia fechou definitivamente a fábrica da Inglaterra e, em 2009, parou a da Espanha, que só está sendo reativada em março.”

Segundo Antunes, as estimativas globais indicavam que os produtores de TiO2 iniciaram 2009 com estoques para 120 dias de consumo “normal”, enquanto a média histórica para o mês de janeiro não passa de 60 dias. A conjunção de estoques altos e preços baixos provocou a parada das fábricas. “A crise derrubou o consumo mundial em 30% a 35%”, afirmou.

Esgotados os estoques, as operações tiveram de ser reiniciadas, mas em outros conceitos. “Antes da crise, planejávamos a produção com base no histórico das vendas passadas, mas depois da crise o que passou a determinar a produção é a previsão de vendas, com a intenção de não formar estoques”, comentou Antunes.

“Pela primeira vez em pelo menos vinte anos, as indústrias de TiO2 paralisaram suas operações”, salientou Marino. Segundo explicou, grande parte do parque produtor mundial voltou à ativa no início do segundo semestre de 2009. Porém, a situação financeira das empresas estava deteriorada. “Não havia caixa nem para bancar a produção”, explicou Marino. Por isso, a ordem da companhia para todas as suas unidades foi a de gerar caixa, atitude que se generalizou no setor. Isso significa produzir o suficiente para atender aos pedidos e, ao mesmo tempo, buscar redução de custos.

No caso da fábrica brasileira, instalada em Camaçari-BA, a situação é um pouco mais amena. Marino explicou que a unidade é integrada com a mina própria de ilmenita, aliviando um pouco os custos. Mesmo assim, em 2008, já sob o controle da Cristal (empresa saudita), o processo foi revisado, aumentando-se o consumo de sucata para melhorar a produtividade. Isso permitiu reduzir de três para dois o número de fornos de calcinação operantes, sacrificando 10% da capacidade produtiva. “O gás natural representa um dos nossos maiores custos, ao lado da eletricidade”, disse o diretor.

Até abril de 2009, a Cristal-MIC operou a fábrica baiana a 60% da capacidade já diminuída no ano anterior. “Em agosto, voltamos a acionar o terceiro calcinador e recuperamos nossa capacidade nominal de 60 mil t/ano”, afirmou. A capacidade efetiva histórica da fábrica se limita a 56 mil t/ano, como informou. Entre setembro e dezembro de 2009, a planta rodou cheia. Mesmo assim, a Cristal iniciou o ano com estoques baixos, suficientes para apenas 20 dias de consumo.

Em termos mundiais, ele citou o fechamento de fábricas como a da Tronox em Savannah (EUA), o da Huntsman na Inglaterra e o da própria Cristal em Baltimore (EUA). Combinados com outros cortes, Marino calcula uma redução permanente de capacidade produtiva global em torno de 5%. Além disso, atualmente, nota-se uma redução na oferta de cloro desde o final de 2009, capaz de criar problemas para os processos do tipo cloreto de TiO2. Os tipos sulfato sofrem com a elevação dos preços mundiais do enxofre e do ácido sulfúrico dele derivado.

Para piorar o quadro, há muito tempo não se fala em construir novas fábricas do pigmento. “Isso evidencia que a remuneração ao produtor não está sendo adequada, situação comprovada pelo fato de o terceiro fabricante mundial, a Kerr McGee (Tronox), estar em processo de recuperação judicial nos EUA”, avaliou.

Estimativas do setor indicam, segundo Marino, que um quarto da capacidade instalada opera acima do custo médio global. Em geral, as plantas europeias têm custos de produção em euros, mas vendem seus produtos em dólares, e têm excesso de produção. Nos Estados Unidos, há um melhor balanço de oferta e demanda. Em contraste com esse quadro, as indústrias consumidoras de TiO2, como a de tintas, de plásticos e de papel se revelam saudáveis e com possibilidade de retomar o ritmo de crescimento.

Marino adverte que a “estação” mundial de compras de TiO2 começa em abril e os estoques estão baixos em todo o mundo. “Não é caso para pânico, nem acredito que venha a faltar produto neste ano, até porque não se prevê grande evolução de vendas”, tranquilizou. Ele acredita que, por consequência, o ano terminará com estoques igualmente baixos, situação a se repetir em 2011. “Leva cerca de dois a três anos para que a indústria consiga recompor seus estoques e equilibrar a situação na cadeia produtiva”, calculou. Enquanto isso, pode haver alguma pressão para altas localizadas de preços. Pelos seus dados, os preços do início de 2010 são praticamente os mesmos do final de 2008. “Não adianta comparar com 2009, que foi um ano de ajustes e muita gente ‘queimou’ produto para fazer caixa”, explicou.

Antunes avalia que os consumos de TiO2 nos EUA e na Europa ainda se mostram débeis, colocando em ritmo frouxo a produção mundial do pigmento. “Em 2009, por exemplo, os EUA apresentaram um consumo abaixo do nível mínimo histórico, e ainda há excedentes no mercado”, comentou. Pelo menos a Ásia atua como importadora líquida do produto. Todos os segmentos compradores relataram queda de atividade, tendência que começou a ser revertida em julho de 2009. Segundo informou, uma fábrica de TiO2 leva cerca de três meses para ser colocada em marcha dentro dos padrões de qualidade. Por isso, houve alguma falta localizada de produtos, puxando os preços para cima.

A Huntsman, como a Cristal, opera fábricas nas vias sulfato e cloreto em várias localidades. Segundo Antunes, as mais eficientes, em geral, são as plantas da linha cloreto instaladas na América do Norte, embora as de sulfato da companhia também tenham boa performance. Curiosamente, as fábricas de cloreto sofreram mais com a crise. “As plantas são bem maiores e suprem grandes transformadores de plásticos e fabricantes de tintas, enquanto as linhas sulfato servem para tintas de impressão e para contato com alimentos, que sentiram menos os efeitos da crise”, avaliou.

Antunes também aponta um corte de capacidade produtiva mundial entre 4,5% e 5% no TiO2. Isso implica que, se houver uma retomada dramática da economia mundial em 2010, certamente haverá alguns contratempos para suprir os clientes. “Daí a importância dos relacionamentos de longo prazo com os fornecedores”, disse. No Brasil, a Huntsman atende por meio de distribuidores e por vendas Indent para grandes clientes.

Durante 2009, Antunes verificou a atuação no país de novos concorrentes, fato que acirrou a disputa por negócios. Ao mesmo tempo, ele viu desaparecer as ofertas oportunistas em caráter spot. “Sinal de que não há produto sobrando no mundo, porque a Ásia segue crescendo e enxugando excedentes”, analisou. O primeiro trimestre de 2010, na sua avaliação, manteve as vendas saudáveis, com volumes estáveis e preços satisfatórios.

No Brasil, as vendas de tintas são puxadas pela construção civil e pela indústria automobilística. Porém, o crescimento das tintas econômicas, que levam menos dióxido de titânio em sua formulação, permite aumentar a produção sem elevar a demanda do insumo. Ele recomenda aos clientes que programem seus pedidos de forma realista, evitando a busca por suprimentos adicionais não planejados. “Não estamos operando com folga e uma importação leva de dois a três meses para chegar”, salientou.

Fonte: http://www.quimicaederivados.com.br

31/01/2011 | Construção civil oferece oportunidades
Se para o setor da construção a procura por mão de obra é grande, para os trabalhadores especializados, como encarregados e mestres de obras, a vaga é certa. Se não estiver a aberta no momento, as construtoras praticamente garantem que ela vai surgir em breve. É só uma questão de tempo, que vai acontecer com o início de uma obra. Por isso, a recomendação para os interessados é que fiquem atentos ao boca a boca dos colegas para saber sobre vagas e aos anúncios que as empresas colocam nos jornais diários e em frente à construção.

Como qualquer empregado especializado, os da construção ganham bem mais do que os colegas menos qualificados. Mas para chegar a ser mestre de obras é preciso dedicação, paciência e jogo de cintura para conciliar interesses dos colegas e da empresa. O mestre de obras da Atrium, voltada para o segmento luxo, Juarez da Silva, optou pela construção porque era o setor que ele via possibilidade de fazer carreira. Dos 35 anos de idade, dedicou 14 a se aperfeiçoar. Só no cargo de servente ficou três anos mantendo a dedicação que, acreditava, o levaria a crescer profissionalmente.

Nos outros 11 anos foi meio oficial e oficial. Há menos de três tornou-se mestre de obras. Além do reconhecimento profissional e do orgulho de chegar ao posto mais alto para quem se forma no canteiro de obras, veio a responsabilidade, muita. Sob a coordenação dele são dezenas, à vezes centenas, de operários. "É preciso ter jogo de cintura. De um lado, me cobram, de outro, sou eu que tenho que cobrar", explica. A recomendação de Silva para um operário chegar aonde ele chegou é força de vontade e saber o que quer. Se o colega quiser um consolo para o esforço, ele lembra que os tempos já foram mais difíceis. As condições de trabalho melhoraram bastante por causa da tecnologia nas obras.

Prova da mudança dos tempos é que o diretor de RH da Atrium, Paulo Henrique Faleiro dos Santos, é autor de uma pesquisa de mestrado, na UFMG: "A condição servente na construção civil". A tese foi defendida no ano passado. "A empresa me deu todas as condições para fazer a pesquisa. Foi pioneira nesse sentido", acrescenta Santos. No estudo, ele comprova o estigma que o iniciante na profissão precisa enfrentar até conseguir se profissionalizar, o que acontece quando atinge o grau de oficial que pode ser pedreiro, armador ou outros.

A necessidade de despertar e treinar a liderança no perfil de operários para que eles venham a se tornar encarregados e mestresde-obras levou a Construtora Líder, do segmento alto luxo, a intensificar a qualificação dos trabalhadores. Os serventes recebem motivação e incentivo desde o momento que começam. "Se a gente não faz trabalho de base, não consegue mão de obra qualificada", diz a gerente de Desenvolvimento Organizacional da Líder, Gláucia Teixeira. Por causa disso, a Líder raramente contrata encarregados, no ano passado, ela foram apenas dois.

Para o diretor da Área de Política e Relações Trabalhistas, Ricardo Catão Ribeiro, fazer carreira na construção está mais fácil por causa do treinamento intenso promovido pelas empresas.

O aumento do salário também contribuiria para atrair mais gente. Em 2010, os salários dos profissionais sindicalizados da Região Metropolitana de Belo Horizonte tiveram correção de 10,66%. "Esse aumento foi bastante superior a vários segmentos profissionais", enfatiza Ribeiro. Mesmo com a atração de vários profissionais para a área, os especializados são disputados fortemente. "O mercado está canibal", define o proprietário da Construtora Futura, Nelson Baeta, cujo encarregado geral saiu para trabalhar em outra construtora.

O empresário está à procura de substituto, mas enfrenta dificuldades para encontrar uma pessoa treinada. "Preciso de um profissional qualificado, que saiba trabalhar dentro do perfil padronizado da construção de hoje e que também tenha condições de comandar a equipe, fazendo-a trabalhar bem". De acordo com Baeta, o encarregado ou mestre precisa saber cobrar sem deixar de ser humano.

Na Habitare, a analista de RH Camila Renata Alves informa que a empresa está contratando um encarregado administrativo e dois mestres de obras. Os interessados podem ir à Avenida Amazonas, 2.054, Bairro Santo Agostinho. "Os candidatos passam por prova de conhecimento técnico, entrevista comportamental e psicológica, além de entrevista com o chefe do setor", diz. O diretor administrativo da construtora Prisbel, Luciano Muniz, explica que a liderança, a responsabilidade, acompanhados dos conhecimentos sobre as partes elétrica, hidráulica e de acabamento são condições indispensáveis para encarregados e mestres. "Eles precisam ter bom relacionamento com funcionários, dar ordens sem que haja nenhum tipo de insubordinação". Ele detalha que as funções de encarregado e mestre de obras se confundem.

Fonte: http://www.hojeemdia.com.br

17/01/2011 | São Paulo comercializou 31 mil imóveis residenciais em 2010
Vendas entre janeiro e novembro registraram alta de 3,3%.

O Sindicato da Habitação (Secovi-SP) divulgou o resultado do Balanço do Mercado Imobiliário 2010, que apontou vendas de 31 mil novas unidades residenciais na cidade de São Paulo entre janeiro e novembro. O resultado corresponde a alta de 3,3% em relação ao mesmo período de 2009. Segundo o sindicato, o volume só não foi maior porque as empresas não lançaram no mesmo ritmo novos empreendimentos. Estima-se que 2010 fechou com aproximadamente 36 mil novas unidades vendidas.
O principal problema para lançamentos de empreendimentos é a escassez de terrenos em condições favoráveis para a incorporação. Segundo a Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), foram lançadas 30 mil unidades, valor 19% maior do que o obtido no mesmo período de 2009 (25 mil unidades).

Segundo João Crestana, presidente do Secovi-SP, "essa diminuição de lançamentos no município de São Paulo reforça a necessidade cada vez maior de o poder público e a iniciativa privada estudarem a metrópole de maneira estratégica, a fim de que ela possa atender às necessidades de moradia, trabalho, estudo, lazer e mobilidade de todos os seus cidadãos".

As unidades de dois quartos registraram aproximadamente 40% do total das vendas, seguidas por imóveis de três e quatro dormitórios com, respectivamente, 32% e 17% do total das vendas. Os imóveis com um dormitório representaram 11% de participação. Com relação aos lançamentos, a participação de apartamentos de dois dormitórios foi de 48%, a de três dormitórios atingiu índice de 31%, seguida pelos empreendimentos com um quarto, com índice de 12%, e de quatro quartos, com 9%.

Considerando o tamanho dos imóveis por meio da análise da área útil, o destaque ficou para as habitações com 46 m² a 65 m², com 39% de participação do total de unidades vendidas.

Fonte: http://www.piniweb.com.br/

04/01/2011 | Empregos na construção civil cresceram 14,4%
Por Mariana Jungmann e Roberta Lopes

Brasília - A construção civil foi o setor da economia que mais se destacou na geração de empregos em 2010. Proporcionalmente, foi a área que mais cresceu, com 14,4% de aumento no número de postos de trabalho entre janeiro e novembro deste ano. Em 2009, a construção civil também tinha sido destaque, com crescimento de 10,9% no mesmo período.

Em números absolutos, contudo, os setores de serviços, comércio e indústria de transformação seguem a tradição de criarem o maior número de postos de trabalho no ano. De janeiro a novembro de 2010, os três setores foram responsáveis por pouco mais de 2 milhões dos 2,5 milhões de empregos gerados no ano.

O setor de serviços empregou, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, 939,4 mil trabalhadores até novembro. A indústria de transformação vem em segundo lugar, com 638 mil empregos gerados no período seguido do comércio com 505 mil postos de trabalho. A construção civil ficou em quarto lugar com 333 mil vagas criadas em 2010, sem contar ainda os números de dezembro que não foram fechados pelo ministério.

Para o diretor técnico do Departamento Intersindical de Estudos e Estatística Socioeconômico (Dieese), Clemente Ganz Lúcio, a geração de emprego com carteira assinada representa maior proteção social ao trabalhador. ´Isso significa redução do desemprego por um lado e uma formalização da proteção social e da participação no sistema previdenciário por parte dos trabalhadores´, disse.

Nos últimos oito anos foram criados cerca de 15 milhões de postos de trabalho, sendo que o número total de trabalhadores celetistas no Brasil é de mais de 35 milhões.

Agência Brasil

06/12/2010 | Minha Casa financiará imóveis comerciais
O Ministério das Cidades explicou que a medida provisória publicada ontem sobre o Programa MCMV (Minha Casa, Minha Vida) também abriu a possibilidade de construção de áreas comerciais nos condomínios.

Essa foi a saída encontrada para financiar custos, por exemplo, da instalação de elevadores em alguns empreendimentos. Como o governo considera a possibilidade de instalar elevadores nos edifícios para utilizar melhor os terrenos, principalmente nos grandes centros urbanos - onde o preço do metro quadrado é bastante elevado - o dinheiro recebido com o aluguel seria usado para bancar essas despesas adicionais.

Na avaliação da secretária nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, se não for pensado em algo nessa linha, as famílias de baixa renda acabam abandonando o local devido aos custos elevados de manutenção. "As famílias que recebem dois salários-mínimos, por exemplo, não conseguem pagar prestação e condomínio", explicou Inês.

Como também serão utilizados prédios abandonados nas grandes cidades para atender o público do MCMV, existe a previsão de criar áreas comerciais nesses prédios. O objetivo também é cobrir o custo de condomínio com o valor do aluguel arrecadado.

Mesmo com os ajustes no programa habitacional, um ponto ficou pendente e deve ser regulamentado depois.

O governo estuda uma maneira de reajustar as faixas dos beneficiários, sem pressionar os preços dos imóveis no País. Esse ponto ficou em aberto.

Existe um entendimento de que o reajuste das faixas não podem ser vinculadas ao aumento do salário-mínimo. Essa é uma maneira de focar a política habitacional entre o público de menor de renda do País.

Pelas regras atuais do programa, apenas as famílias com renda de até R$ 4.650 podem ser contempladas pelo MCMV. Se fosse considerado o mínimo que está em vigor, esse valor subiria para R$ 5.100. Na primeira etapa do programa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se comprometeu com a construção de 1 milhão de casas populares.

Fonte: http://www.dgabc.com.br/News/5844980/minha-casa-financiara-imoveis-comerciais.aspx

22/11/2010 | Alta do emprego desacelera em setembro
O nível de emprego na construção civil brasileira voltou a crescer em setembro, embora em ritmo menor que o registrado nos meses anteriores. No mês, foram contratados 26,5 mil trabalhadores, num aumento de 0,94% em relação ao número de empregados existente em agosto. Os dados são da pesquisa realizada pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) com a FGV (Fundação Getulio Vargas), e estão abaixo dos registrados em agosto (+48,6 mil trabalhadores) e em julho (+45,7 mil trabalhadores).

Ainda assim, o número de empregados formais na construção civil em setembro atingiu 2,846 milhões, novo recordo na série histórica. No acumulado de 2010, foram contratados 389,2 mil trabalhadores (+15,84%) e em 12 meses 390,2 mil (+15,89%).

"Ainda não se pode afirmar se esta desaceleração é uma tendência ou não", comentou o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe. "Por enquanto, ficou claro que, em alguns locais, não começaram novas obras em ritmo maior do que aquelas que se encerraram. Mas, em outras localidades, a demanda por mão de obra continuou crescendo, como na Região Nordeste, com a contratação de 11,6 mil trabalhadores (+2%)."

No Estado de São Paulo, a desaceleração foi mais forte. O saldo positivo entre contratações e demissões em setembro ficou em 683 trabalhadores, num acréscimo de apenas 0,09% (contra 6.841 em agosto e 7.132 em julho). No ano, foram agregados mais 66,7 mil empregados formais (+9,77%) e em 12 meses, mais 67,5 mil (9,91%).

O destaque negativo em termos percentuais do Interior foi a região de Presidente Prudente, que perdeu 222 empregos no mês, com queda de 2,48% no seu contingente de trabalhadores da construção civil. Em compensação, São José do Rio Preto houve a contratação de 368 pessoas, o que resultou em alta de 1,6% no mês.

Acompanhando o que aconteceu no Estado de São Paulo, na capital paulista foram contratados mais 702 trabalhadores em setembro, num aumento de 0,2% em relação agosto.

08/11/2010 | Construção civil avança e desponta na Bolsa
RIO - O setor de construção civil voltou a chamar a atenção dos investidores este ano com um dos melhores desempenhos da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Os papéis do setor valorizaram-se mais de 20% de janeiro ao fim de outubro, três vezes mais que o Ibovespa no período, índice que serve de termômetro do mercado, revela reportagem de Bruno Villas Boas, publicada pelo GLOBO nesta segunda-feira. Os analistas, por sua vez, garantem que o setor tem fôlego para novos ganhos nos próximos meses, embora alertem para riscos de gargalos de mão de obra e a forte volatilidade dos papéis.

De 15 carteiras de ações recomendadas por corretoras para novembro, os papéis do setor aparecem em 14 delas. O destaque fica para a PDG Realty, preferida em seis carteiras. Na sequência surgem Brookfield (quatro recomendações), Gafisa e Eztec (três em ambas).

Segundo analistas, as empresas de construção seguem com bom potencial de crescimento na Bolsa graças ao aumento do emprego formal (o que dá aos trabalhadores acesso a crédito), elevação da massa salarial e demanda ainda aquecida. Eles lembram que o crédito habitacional responde por apenas 4% do PIB brasileiro. Essa relação seria acima de 10% em países como México e Chile, por exemplo.

- O crédito imobiliário vai aumentar e ainda existe muito espaço para crescimento desse mercado a médio e longo prazos. Os papéis já cresceram e vão crescer mais - afirma Álvaro Bandeira, diretor da Ágora Corretora.

Os papéis da construção representam 9% da carteira teórica do Ibovespa, com seis ações listadas. E, por isso, tornaram-se uma presença quase obrigatória nas carteiras das corretoras, embora tenham uma volatilidade acima da média na Bovespa.

Segundo Bandeira, essa volatilidade estaria ligada às dificuldades de investidores de acompanhar o mercado. Por isso, ele recomenda que o investidor evite ter uma participação grande do setor na carteira de investimentos:

- É um setor relativamente novo na Bolsa e de análise complexa. Quando incorporadoras compram terrenos e lançam imóveis, o caixa vai para o negativo. Quando entregam as chaves, volta ao positivo. É preciso saber separar o que é momento e o que é problema.

Fonte: O Globo

25/10/2010 | Eternit inaugura nova linha de produção na Bahia
Com investimento, unidade da cidade de Simões Filho produzirá 1 milhão de toneladas de fibrocimento em 2010.

A Eternit inaugurou hoje (22) uma nova linha de produção de fibrocimento, na fábrica de Simões Filho (BA). Para a implementação da nova linha, foram investidos aproximadamente R$ 14 milhões.

A unidade de Simões Filho produz telhas de fibrocimento nos modelos Ondulada, Tropical, Vogatex, Modulada, Canalete 49 e peças complementares. Com a nova linha, a capacidade de produção aumentará em 100%, passando para 15 mil toneladas mensais.

Esta é a terceira inauguração de linha realizada pela empresa no país. As outras duas foram inauguradas na fábrica de Goiânia, em 2008, e em Colombo (PR) em 2009. A capacidade instalada anual de fibrocimento do Grupo Eternit, que era de 650 mil toneladas em 2007, chega a cerca de 1 milhão de toneladas em 2010.

"Estamos trabalhando com capacidade instalada máxima em nossas cinco fábricas e, com o início da operação da nova linha em Simões Filho, iremos garantir uma margem de segurança para atender a demanda do mercado", afirma Élio Martins, presidente do Grupo Eternit.

Fonte: http://www.piniweb.com.br

14/10/2010 | Sky Train, obra da Odebrecht para o Aeroporto Internacional de Miami, já está operando
Já está em funcionamento o Sky Train do Aeroporto Internacional de Miami, nos Estados Unidos, última obra do projeto de ampliação do terminal norte do aeroporto, que custou ao todo cerca de US$ 1,1 bilhão.

Construído pela Odebrecht, possui quatro estações e se conecta a 52 portões do terminal. Segundo a Odebrecht, o Sky Train faz parte de um contrato com uma joint venture formada pela Parsons e pela Odebrecht (Parsons Odebrecht JV) para as obras de expansão do terminal. O Aeroporto Internacional de Miami recebe 30 milhões de pessoas por ano, o terceiro maior aeroporto dos Estados Unidos a receber passageiros estrangeiros e está entre os dez maiores do mundo em transporte de carga.

O Sky Train, que terá tecnologia e sistema fornecidos pela Mitsubishi Heavy Industries e operados pela Sumitomo Corporation of America, tem capacidade para transportar até nove mil pessoas por hora e deve reduzir o tempo de caminhada em até 70% para passageiros com conexões nacionais e 34% para os viajantes internacionais. O trajeto do Sky Train tem aproximadamente 1,6 km de extensão, sendo que cada estação fica a 400 m de distância uma da outra.

Segundo Lucas Prado, diretor da Odebrecht, a obra durou entre três e quatro anos, a partir do momento em que o cliente resolveu prosseguir com as obras menores que estavam sendo realizadas desde 2005 no Terminal Sul do aeroporto, também pela Parsons Odebrecht JV.

As estações do Sky Train contam com estrutura metálica e se localizam, juntamente com as linhas, no topo do prédio, daí o nome "Sky Train". As fundações e estrutura do prédio do terminal foram dimensionadas para receber a sobrecarga e carga dinâmica dos trens exigindo o reforço estrutural de algumas de suas partes.

Prado destaca que "um dos maiores desafios da obra foi trabalhar num terminal em plena operação, que movimenta 70% dos passageiros do Aeroporto Internacional de Miami, e atender a um cronograma de obras extremamente desafiador sem interromper as operações." Além disso, 50% das obras se localizam em cima do terminal existente, com áreas de 50 anos de idade, o que dificultou a execução do projeto desenvolvido por arquitetos do Condado de Miami.

O projeto já foi reconhecido em um artigo pela Engineering News Record e premiado pela Southeast Construction Magazine como "Best Vertical Transportation Project 2010".

Ampliação

Finalizada no final de agosto de 2010, a ampliação compreende novas instalações para o departamento de Serviços de Imigração e Cidadania dos EUA, 123 balcões, 119 quiosques de autoatendimento, 72 postos de serviços de inspeção federal, um novo sistema de bagagem capaz de lidar com 45 mil malas por dia, 3,2 km de escaladas rolantes e tapetes rolantes e uma ampla área destinada a serviços para o usuário. No total, foram geradas aproximadamente três mil contratações durante o período.

Segundo Prado, a expansão do terminal norte foi a maior obra de terminal de aeroporto nos Estados Unidos nos últimos anos. A estratégia pelo consórcio foi a de planejar e executar a obra em várias fases, sempre tendo como objetivo abrir novas áreas e portões para o uso do aeroporto o mais cedo possível.

O terminal em si tem uma estrutura de concreto com a frente do prédio toda em vidro resistente a furacões. O interior do edifício conta com piso de terrazzo, aço inoxidável nas paredes e colunas, tetos com painéis acústicos e painéis metálicos, granito nas paredes, painéis em drywall, acabamento de estuco projetado para textura e azulejos cerâmicos nos banheiros.

Fonte: http://www.piniweb.com.br

27/09/2010 | Dow e Cimental mostram portfólio para a construção civil na FICONS 2010
Em parceria com a Cimental, a Dow participa da principal feira do setor das regiões Norte e Nordeste.

A Dow Brasil, divisão de Building & Construction, em parceria com a Cimental, empresa especializada na distribuição de aditivos para argamassas, participa da FICONS 2010 - 7ª Feira Internacional de Materiais, Equipamentos e Serviços da Construção - considerada o principal evento de construção civil das regiões Norte e Nordeste, que será realizada entre os dias 14 e 18 de setembro em Olinda, Pernambuco.

A Dow e a Cimental apostam no potencial de mercado dos estados nordestinos e visam apresentar no evento as soluções mais indicadas para as demandas locais. A região nordeste representa 12% das vendas da Cimental, mas, segundo Marina Andrade Nicolau, vendedora técnica da Cimental, esse número deve crescer. “Estamos investindo mais na região, seja por meio de participações em eventos importantes como este, seja intensificando as visitas técnicas. Desejamos estar cada vez mais próximos dos nossos clientes”, afirma.

Segundo estimativa do Sindicato da Habitação de São Paulo - Secovi –SP - o Nordeste é responsável por 33% dos novos empregos na construção civil. As vendas também crescem acima da média do mercado: o consumo de cimento aumenta 10% ao ano na região.

As companhias intensificaram sua parceria no início deste ano, quando a Cimental passou a distribuir também os polímeros da Dow. “A Dow tem focado fortemente no mercado de construção nos últimos anos. Um exemplo disso são os investimentos feitos como a aquisição da empresa Wolff Walsrode, em 2007, e o aumento da capacidade de produção na suas unidades globalmente”, afirma Fabrizia Silva, gerente de contas da Dow Building & Construction.

Em 2009, o faturamento da Cimental foi de US$ 42 milhões. A Dow registrou vendas anuais de US$ 45 bilhões e empregou aproximadamente 52.000 funcionários em todo o mundo. As duas companhias já estão trabalhando para desenvolver soluções para atender a demanda da Copa do Mundo de 2014, evento que deve aquecer ainda mais o mercado brasileiro de construção civil.

Sobre a Cimental

Atuante há mais de 20 anos no ramo da construção civil, a Cimental é especializada na distribuição de aditivos para todos os tipos de argamassas. Possui uma ampla linha de produtos de alto desempenho, para o uso em aplicações de formulações diversas, desde as mais simples até as mais complexas. Seu maior objetivo é a busca constante de novas tecnologias, para atender todas as demandas, respeitando prazos e com os melhores preços.

Sobre a Dow

A Dow alia a força da ciência e da tecnologia ao “Elemento Humano” para inovar com paixão o que é essencial ao progresso humano. A Companhia conecta a química e a inovação aos princípios de sustentabilidade, ajudando a obter soluções para os mais desafiadores problemas mundiais, como a necessidade de água potável, geração e conservação de energia renovável e aumento da produção agrícola. O portfólio líder e diversificado da Dow nas áreas de Químicos Especiais, Materiais Avançados, Ciências Agrícolas e Plásticos oferece uma ampla variedade de soluções e produtos baseados em tecnologia para mais de 160 países e em setores de alto crescimento, como eletrônicos, água, energia, tintas e revestimentos e agricultura. Os mais de 5.000 produtos da Companhia são produzidos em 214 unidades fabris em 37 países ao redor do mundo. As referências à "Dow" ou à "Companhia" significam a The Dow Chemical Company e suas subsidiárias consolidadas, a não ser que detalhadas expressamente de outra forma. Informações adicionais sobre a Dow podem ser encontradas em www.dowbrasil.com e www.dow.com.

Fonte: www.segs.com.br

13/09/2010 | Recife sedia sétima edição da Ficons
Feira Internacional da Materiais, Equipamentos e Serviços da Construção.

no, a feira, que é bienal, extrapolou a área total do pavilhão de eventos do Centro de Convenções de Pernambuco, tendo expandido para o mezanino e para uma área externa. O crescimento com relação à área comercializada na sua última versão, em 2008, foi de 20%.

De acordo com o coordenador da Ficons, o engenheiro Marco Aurélio Estela de Melo, a expectativa é de que sejam movimentados em negócios iniciados durante o evento em torno de R$ 145 milhões. “Diante do cenário pelo qual a Indústria da Construção Civil passa atualmente, sobretudo no Nordeste do país, a Ficons chega com a missão logística muito forte, reunindo em só espaço os construtores e os principais produtores de insumos e equipamentos voltados para o setor”, afirma o coordenador.

Ainda de acordo com ele, os resultados da feira certamente serão impulsionados por programas como o Minha Casa, Minha Vida, o PAC, obras industriais de grande porte dos fabricantes que estão investindo em Pernambuco e nos estados da região. “Com a grande demanda por insumos, diversas construtoras optarão por fazer logo seus estoques”, acredita Marco Roberto Estela de Melo.

A feira é voltada para construtores, arquitetos, estudantes e público em geral interessados em conhecer novidades para o conforto do lar. Durante os cinco dias, a Ficons funcionará das 16h às 22h. A entrada é franca, mas deverá ser preenchido cadastro, o que poderá ser feito no local ou ainda pela internet ( www.ficons.com.br).

30/08/2010 | Cronograma de obras para Copa é crítico, diz especialista
A expertise na construção acelerada dos principais estádios da Copa do Mundo 2010, na África do Sul, da Grinaker-LTA foi motivo de grande curiosidade por parte dos participantes presentes ao 12º Seminário Tecnologia de Estruturas do SindusCon-SP, que reuniu 320 participantes em 25 de agosto, dentro da Concrete Show 2010. Em sua palestra, Danny Quan, diretor de Desenvolvimento de Negócios e Marketing da Grinaker, destacou que o estádio Nelson Mandela Bay, em Porto Elizabeth, por exemplo, ficou pronto em 24 meses, transformando-se na obra do gênero mais rápida do mundo. Segundo ele, o uso de pré-moldados nos seis níveis de arquibancada do estádio foi um dos responsáveis pelo sucesso da empreitada.

O principal palco dos jogos do Mundial, o Soccer City, por sua vez, foi entregue em 3 anos. O canteiro empregou 4.600 trabalhadores e utilizou 80 mil m³ de concreto e 100 mil ton de vergalhões. "As decisões no Brasil têm de ser aceleradas. O cronograma das obras já é crítico", disse Quan aos brasileiros, oferecendo a experiência da empresa sul-africana em parcerias com as construtoras nacionais.

Em outra palestra aguardada, o arquiteto Edson Yabiku, sócio do escritório Foster + Partners (Londres), e o engenheiro estrutural titular do escritório Halvorson and Partners Structural Engineers, de Chicago (EUA), Robert Halvorson, falaram sobre o processo colaborativo de projeto entre arquitetura e engenharia de estruturas. "Como engenheiro, sinto-me à vontade para expor humildemente minhas ideias dentro de um time de profissionais que têm de fazer as melhores escolhas", afirmou Halvorson. "Não exigimos dos clientes que contratem a consultoria desde o começo, mas nossa missão é deixar claro para os investidores a nossa experiência positiva neste processo", completou Yabiku.

Eles mostraram vários exemplos de prédios desenhados pelos arquitetos da Foster e que tiveram a colaboração desde o início de engenheiros estruturais. Um deles, a Torre Caja Madrid, que abriga os escritórios da Repsol em Madri, tem 250 metros de altura e o desafio de abrigar um grande vão livre, que permite plantas comerciais bem flexíveis. "Para garantir a estabilidade das estruturas, dividimos o prédio em três blocos verticais e distribuímos dois "cores", um de cada lado da construção", contou Halvorson.

A solução de colocar as estruturas para fora da massa do prédio tem sido usada em edifícios criados pelos dois escritórios. Segundo Yabiku, a escolha garante espaço interno nos pavimentos. Ele também destacou a tendência de misturar os usos de uma mesma torre, com pisos dedicados a escritórios, hotel e residências.

Curva – Na abertura do seminário, o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, afirmou que "seminários como este são importantes porque nos próximos cinco anos a construção civil deverá registrar um forte ritmo de crescimento, o que demandará a necessidade de desenvolvimento tecnológico. Esta curva não será sempre ascendente. Quando o crescimento se estabilizar ou cair, a construção precisará estar preparada para esta "senóide da vida", e aí também o conhecimento tecnológico será importante para enfrentar a concorrência acirrada que aparece em momentos de crise".

O presidente também elogiou o trabalho do CTQ ("uma das vitrines e portas de entrada do sindicato") e convidou todos os presentes a se agendarem para a data de 30 de novembro, quando serão festejados os 75 anos do SindusCon-SP.

Também saudou o público o vice-presidente de Tecnologia e Qualidade, Mauricio Bianchi, que destacou "a importância de fóruns como esse, resultado da filosofia do CTQ de que é mais fácil enfrentar as dificuldades juntos que individualmente. É em instantes como este, de intensa atividade na construção, que precisamos de calma e capacitação tecnológica, para não sermos geradores de passivos no futuro".

O coordenador do CTQ, Paulo Sanchez, falou de sua emoção em realizar mais este seminário de estruturas. E o diretor de Relações Internacionais e coordenador do GT de Missões e Eventos do CTQ, Salvador Benevides, destacou o fato de os participantes dedicarem um dia de seu trabalho para participarem do seminário.

A cobertura completa do 12º Seminário de Estruturas estará na edição de setembro da revista Notícias da Construção.

Fonte: www.sindusconsp.com.br

30/08/2010 | Construção civil no Piauí tem incremento de mais de 50% de postos de trabalho
A inovação tecnológica é realidade em algumas empresas do setor de construção civil de Teresina. Vinte e seis construtoras atendidas pelo Projeto Polo da Construção Civil, executado pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae no Piauí, utilizam técnicas e procedimentos inovadores na gestão e nas obras.

“Estamos conseguindo mudar a realidade da construção civil da capital, que é um dos setores que mais geram emprego, sendo um dos vetores de desenvolvimento para o Piauí. Hoje, as empresas têm um maior controle de suas atividades e conseguem obter melhores resultados no que se refere à qualidade das obras, à redução dos custos e aumento da produtividade e dos lucros”, afirma o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae no Piauí, Ulysses Moraes.

Entre as ações do Sebrae no Piauí junto às construtoras estão treinamentos, palestras e consultorias tecnológicas. Essa atuação junto aos empreendimentos da construção civil tem contribuído para melhoria dos processos de gestão, fortalecimento do processo de controle tecnológico dos materiais empregados nas obras; maior integração dos profissionais envolvidos no processo de construção, uso de softwares de gestão de materiais, de pessoas e de controle de tempo; entre outras melhorias.

“Conseguimos sensibilizar os empresários para a importância da implantação de processos inovativos nas empresas. A maior preocupação com a qualidade e eficácia dos serviços, produtos e dos procedimentos tem contribuído para reduzir os desperdícios e os resíduos da construção civil, para a melhoria do ambiente de trabalho para os envolvidos na atividade, e para o aumento da lucratividade”, explica a gestora do Projeto Polo da Construção Civil do Sebrae no Piauí, Maria de Lourdes Freire.

Ainda segundo Maria de Lourdes, os processos estão sendo implantados gradativamente nas empresas, de forma que algumas construtoras já se encontram em estágio mais avançado de inovação. “Começamos esse trabalho em 2009, atendendo onze empresas. Este ano, aumentamos o número para vinte e seis. Em 2011, esperamos ter cerca de quarenta construtoras atendidas pelo projeto”, acrescenta a gestora.

As consultorias tecnológicas são aplicadas nas empresas pelos consultores do Sebrae no Piauí, Marcos Castro e Carlos Antônio Moreira, que realizam atendimentos que variam de dezesseis a trinta e seis horas, dependendo do estágio em que se encontra a empresa. Durante as consultorias, é feito um levantamento de como as construtoras atuam em determinados requisitos da ISSO, analisados os sistemas de compra e venda e de desenvolvimento de projetos, e apontadas as necessidades de adequação.

“O maior problema das construtoras ainda é o controle dos processos. Muitas empresas ainda não têm uma sistemática bem definida de execução dos trabalhos, o que dificulta a análise sobre a eficácia ou não dos procedimentos adotados. Mas essa realidade está mudando. Inicialmente, a maioria dos empresários apresenta alguma resistência quanto à inovação, mas ao longo do trabalho começam a perceber que os controles facilitam as atividades”, informa Marcos Castro.

Atualmente, algumas empresas já possuem formulários específicos para o controle dos pedidos de manutenção nas obras, que obedecem a prazos, e depois de realizado o atendimento, o cliente recebe um retorno, quando é avaliada a satisfação com o serviço prestado. Outra prática comum nas construtoras, atendidas pelo projeto, é o correto armazenamento do material, para evitar desperdícios e uma maior preocupação com a segurança dos operários, valorizando os profissionais envolvidos nas atividades de construção civil.

“Os empresários estão mais preocupados com o controle da solicitação de material, o que facilita os processos e garante o recebimento dos itens corretos e das quantidades solicitadas. A organização da matéria-prima também é outro grande avanço. A perda de tempo procurando material e a paralisação da obra, por falta de matéria-prima no canteiro, já não existem mais”, destaca Castro.

Outro procedimento adotado pelas construtoras é o fornecimento de um manual de uso e manutenção dos imóveis, a quem adquire uma casa ou apartamento.

WORKSHOP DE INOVAÇÃO
Esta semana, cerca de cinqüenta pessoas, entre empresários, engenheiros, profissionais de administração, recursos humanos, de vendas, responsáveis por canteiros de obras, além de estudantes de engenharia e arquitetura, participaram do Workshop de Inovação, promovido pelo Sebrae, na capital.

O workshop foi uma ação de sensibilização dessas pessoas para a importância dos processos inovativos nas empresas, no que se refere a custos das obras, marketing, integração dos profissionais, entre outras iniciativas. Foi o pontapé para o curso de Gestão da Inovação, que acontecerá em 2011, sendo um dos módulos do Programa Sebrae para Empresas Avançadas, Sebrae Mais.

A programação do workshop contou com palestra da consultora da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras, Anpei, Márcia Beatriz Cavalcante, que é graduada em Computação, com mestrado em Engenharia de Software, tendo quinze anos de experiência e atuação na cadeia produtiva da construção civil.


A CONSTRUÇÃO CIVIL NO PIAUÍ

Segundo dados do Sindicato dos Trabalhadores em Construção Civil do Piauí, Sintricom, o Estado possui cerca de 1.200 empresas do setor. De acordo com informação do Sindicato da Indústria da Construção Civil, Sinduscon, a maioria das empresas tem sede em Teresina. São cerca de cento e cinqüenta construtoras atuando na capital, gerando quase oito mil postos de trabalho.

“O potencial do segmento é enorme, mas ainda há grande carência de mão-de-obra. Precisamos formar novos profissionais e qualificar os que já atuam em algum ramo da construção civil. Além disso, o mercado exige profissionais alfabetizados, que é uma deficiência nesse setor. Temos uma ação de educação no canteiro de obra e a nossa expectativa é que daqui a cinco anos, a realidade seja outra”, ressalta o diretor técnico do Sebrae no Piauí, Mário Lacerda.

Um levantamento do Ministério do Trabalho e Emprego aponta que, de janeiro a junho deste ano, houve um incremento de mais de 50% de postos de trabalho na construção civil no Piauí. Em 2009, eram cerca 1.700 trabalhadores empregados no setor. No mesmo período de 2010, esse número subiu para mais de 6.500 pessoas.

Fonte: www.45graus.com.br

23/08/2010 | Concrete Show 2010
Concrete Show 2010 apresenta mais de 400 empresas e novidades para a cadeia construtiva.

Inovação e ousadia. Essas são as palavras de ordem do momento, no mercado da construção civil. O otimismo se justifica. O Sinduscon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) estima que o segmento no País tenha uma expansão de 8,8% no PIB (Produto Interno Bruto) em 2010. Só no setor imobiliário residencial, um dos mais beneficiados, os investimentos serão da ordem de R$ 202 bilhões neste ano. Na geração de empregos, a previsão também é positiva: a perspectiva é de que as vagas com carteira assinada aumentem 8%, chegando a 2,4 milhões de empregos formais, cerca de 180 mil postos a mais do que em 2009.

Estudos divulgados recentemente mantêm o mesmo tom, ou seja, o mercado é estável e promissor. Pesquisa realizada em julho pela Associação Brasileira da Indústria de Blocos de Concreto (BlocoBrasil) apontou que 66% das indústrias do setor esperam crescer entre 10% e 30% nos próximos seis meses, enquanto 13% estimam crescer acima de 30% neste mesmo espaço de tempo. Os fatores que mais influenciaram os resultados dentro do segmento foram o aquecimento da economia, estimulada pelo crescimento do mercado imobiliário em todo o País.

O reflexo disso será visto na Concrete Show South America 2010, a maior e mais representativa feira sobre tecnologia em concreto para construção civil da América Latina e a segunda maior do mundo.

23/08/2010 | Vendas anuais de materiais de construção crescem 9,43% em julho
As vendas internas de materiais de construção aumentaram 9,43% em julho sobre o mesmo período do ano passado, informou nesta quarta-feira (18) a associação que representa o setor, a Abramat.

No acumulado do ano até o mês passado, a comercialização dos insumos registra alta de 18,1%, segundo a entidade.

Em julho, as vendas de materiais básicos foram superiores às dos de acabamento, registrando crescimento de 9,89% e 8,54%, respectivamente.

Já o número de empregos gerados pela indústria de materiais avançou 11,7% no sétimo mês do ano.

De acordo com a Abramat, em julho foi apurada a 9ª alta mensal consecutiva pela indústria de materiais. Para o fechado do ano, a entidade mantém a expectativa de crescimento de 15% por cento nas vendas.

"O setor já deixou para trás os efeitos da crise", afirma o presidente da Abramat, Melvyn Fox, em nota.

Fonte: Brasil Econômico

28/07/2010 | O que é parceria?
Segundo o dicionário Aurélio, parceria significa: "Reunião de indivíduos para certo fim com interesse comum".
Ou seja, toda relação entre indivíduos, tem como base, a afinidade de idéias e o objetivo de proporcionar a todos, somente melhorias.

E qual seria o resultado se uma empresa mundialmente conhecida por tecnologia, sustentabilidade e inovação resolvesse selar essa união com uma das principais distribuidoras de aditivos no Brasil, referência no mercado de construção por mais de 20 anos?

Oportunidades, Benefícios e constantes Inovações!

E foi pensando em você, nosso cliente, que a Dow Brasil se uniu à Cimental Fermaflex com o intuito de oferecer as melhores tecnologias e o melhor serviço do segmento de construção.

Estamos juntos para facilitar e levar vantagens ao consumidor, de forma sustentável e com maior agilidade e eficácia.

Junte-se a nós!

26/07/2010 | Franquias imobiliárias estão entre as que mais crescem e já atraem estrangeiras
O mercado imobiliário chegou com grande apetite ao setor de franquias. De acordo com a ABF (Associação Brasileira de Franchising), as empresas imobiliárias devem ocupar o segundo lugar entre os setores que mais crescem neste ano.

Saiba quando é melhor alugar ou comprar imóveis

A estimativa de crescimento da entidade para o setor em 2010 é de 18%, enquanto o das franqueadoras imobiliárias deve crescer 25%, atrás apenas do setor de vestuário (que inclui calçados).

Diante do cenário positivo, duas das maiores empresas norte-americanas de "real estate" desembarcaram no Brasil -imediatamente após a crise do "subprime".

A vinda da Re/Max e da Century 21 ao país reforça a tese de que as economias desenvolvidas vislumbram lucro nos mercados emergentes. O movimento pode ser observado também entre os bancos e entre as empresas de telefonia.

"Os motivos do crescimento são a expansão do crédito imobiliário, o boom da construção civil e o deficit habitacional. As maiores empresas do mundo aportam aqui para ganhar no desenvolvimento, especialmente após o programa Minha Casa, Minha Vida", diz Ricardo Camargo, diretor-executivo da ABF.

As americanas estão um passo à frente das outras franquias imobiliárias em profissionalização, por terem décadas de serviços padronizados e desenvolvimento de sistemas de vendas.

A Re/Max, que está no Brasil desde janeiro, desenvolveu o software iConnect, que auxilia a venda em 44 países e em 25 idiomas.

"Cerca de 60% das vendas mundiais são realizadas por meio do iConnect, e a tendência é que no Brasil esse percentual seja semelhante", afirma Renato Teixeira, presidente da Re/Max Brasil, que tem 68 franquias no país.

A rede tem mais de 7.000 franqueados no mundo e atua em 81 países, inclusive nos principais emergentes. Dos Brics (Brasil, Rússia, Índia e China), apenas a Rússia ainda não tem escritório e franqueados, mas isso deve acontecer até o fim deste ano, segundo Teixeira.

"As maiores marcas mundiais devem vir para cá nos próximos dois anos. Nos eventos internacionais, somos assediados pela concorrência, que já está se movimentando."

A Re/Max investiu R$ 1 milhão para abrir a rede no país e tem como meta para 2010 venda de R$ 1 bilhão em VGV (Valor Geral de Vendas).

Outra americana, a Century 21 já atua nos Brics, com 44 franqueados no Brasil, 100 na Rússia, 4 na Índia e 1.200 na China -país onde já atua há 11 anos. A empresa vendeu cerca de R$ 200 milhões em 2009 e quer dobrar esse valor neste ano.

ATRATIVO

"O deficit habitacional do Brasil é um atrativo. Os emergentes se destacam pelas possibilidades de crescimento. O campo é tão grande que acredito que só com as empresas brasileiras não é possível atender a demanda."

A crítica ao mercado brasileiro fica por conta da burocracia e da falta de especialização dos corretores.

"As transações imobiliárias ainda são um pouco amadoras aqui. Estamos tentando regulamentar as franquias para promover a desburocratização. Isso vai padronizar os profissionais e as atividades serão mais ágeis", diz Ernani Assis, diretor da Century 21 no Brasil.

Fonte: Folha

16/07/2010 | Votorantim vai importar 300 mil t de cimento do Vietnã para atender forte demanda no Ceará
A Votorantim deve importar, até 2011, 300 mil t de cimento do Vietnã para conseguir atender à demanda do Estado do Ceará. Segundo o presidente do Sinduscon-CE (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará), Roberto Sérgio Ferreira, entre fevereiro e junho deste ano, o preço do saco chegou a custar R$ 28 por unidade, sendo que, no início de 2010, o mesmo produto era encontrado por R$ 14.

O cimento da Votorantim deve chegar em dez navios, totalizando cerca de 600 mil sacas. As duas primeiras embarcações já foram descarregadas na capital cearense. "Ainda estamos com alguma demanda reprimida porque apesar de 30 mil sacas já terem chegado ao estado, houve um problema burocrático e o produto ainda não foi liberado, mas acredito que isso seja resolvido em breve pela fornecedora", opina Ferreira.

De acordo com a Votorantim Cimentos, a importação é considerada uma medida momentânea, já que em fevereiro será inaugurada mais uma fábrica da empresa no Nordeste, no município de Baraúna, no Rio Grande do Norte. A fornecedora alega ter optado por buscar o produto em outro país levando em conta "a agilidade do transporte marítimo e o custo, se comparado a outros tipos de frete, além de parâmetros técnicos definidos pela companhia e exigidos pelas normas brasileiras, como qualidade e resistência das embalagens para o transporte".

Além da fornecedora, o próprio Sinduscon-CE também vai importar cimento do exterior. Isso deve acontecer, no entanto, somente no final de 2010. "Uma fábrica da Coopercon (Cooperativa de Compras) deverá entrar em produção em outubro ou novembro no Parque Industrial do Pecém, em Pernambuco. A partir disso, vamos importar clínquer da China para moer aqui no Brasil, minimizando os problemas de abastecimento no ano que vem", acredita o presidente.

Por enquanto, para tentar prevenir a falta de cimento, o sindicato está elaborando um relatório no qual estima o consumo do material durante o segundo semestre deste ano, que será entregue para as empresas fornecedoras do estado. "Também fizemos um acordo com as cimenteiras para que as construtoras tenham prioridade no recebimento do cimento, não o distribuidor", lembra.

Fonte: PINI Web

16/07/2010 | Construção do Centro Cultural Oscar Niemeyer na Espanha chega à fase final
Está na reta final a construção do Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Avilés, Principado de Astúrias, na Espanha. Este será o primeiro empreendimento do arquiteto brasileiro no país europeu. A obra deve ser concluída em dezembro, de acordo com informações do escritório de Niemeyer.

O projeto do Centro Cultural foi doado pelo arquiteto à Fundação Príncipe de Astúrias como uma forma de agradecimento ao prêmio recebido da instituição em 1989. Com uma área construída de 14,3 mil m², o empreendimento é composto por um auditório com capacidade para 900 espectadores, um espaço de exposição de cerca de 4 mil m², um mirante e um edifício polivalente que abrigará cinema, salas de ensaio, de reuniões e de conferências, entre outros espaços da administração. No exterior, há uma praça central para espetáculos e atividades ao ar livre.

"É um terreno muito esplêndido, com 200 m por 100 m, aberto sobre a paisagem, de modo que a ideia natural era criar uma praça", afirma Oscar Niemeyer em um vídeo explicativo do projeto. "De um lado, está o auditório e, do outro, o museu. Queria que o terreno estivesse limpo, no mesmo nível com os dois prédios, dando mais ênfase para a arquitetura", completa.

Para não deixar os dois prédios "soltos no terreno", o arquiteto projetou uma passarela para interligar o auditório e o museu. O edifício polivalente, por sua vez, fica ao fundo do terreno. "No prédio da administração, um bloco todo envidraçado sobre pilotis, foram a simplicidade e a flexibilidade interna que procurei atender em primeiro lugar", conta o arquiteto.

Já o auditório foi projetado como um palco aberto para a praça. Assim, tanto as pessoas que estão sentadas na plateia, como quem está do lado de fora do prédio consegue assistir às apresentações.

No museu, por fim, Niemeyer opta por contrastar a simplicidade da cúpula externa com um ambiente interno moderno. "O piso intermediário que projetei cobrindo parte do grande salão e criando níveis diferentes vai dar ao interior do edifício um aspecto mais leve e variado", afirma.

Embora com conclusão prevista para o fim deste ano, o complexo deve ser aberto ao público em fevereiro de 2011, segundo informações do escritório do arquiteto. O Centro Cultural Internacional Niemeyer de Avilés está orçado em 30,5 milhões de euros (aproximadamente R$ 80 milhões).

Fonte: PINI Web

Thiago visual designer
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